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Mister Coffee

de Omni
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Você caminha em tempestades, eu me perco na brisa
Seus olhos são relâmpagos, os meus, faróis de milha
Tudo em nós é contrastante, desmedido e destoante
Exceto em nosso grão de paz e no pó de aconchego

As manhãs não precisam de promessas
Nem de perguntas inerentes
Apenas de um corpo e um copo quente em mãos
Cientes da diferença entre concordância e união

Em nosso mundo inverso, refletindo sobre caminhos
Às vezes da nossa vida, às vezes dos nossos vizinhos

Assim como o afago pende sem o caos
Quando nada funciona, ou ninguém se importa mais
Na escuridão que jaz num copo, repousa a paz e o proibido
Nós dois em nosso hábito convexo onde nada é permitido

E lá, é onde choramos nossos deveres
Onde a cria jamais viu falta, labor ou precisar
Não somos perfeitos, nem desejamos ser
Somos o peso e a leveza, a âncora e o correr

Nosso elo é forjado do amargo ao doce
Na pausa das seis, das oito ou das doze

Assim como o afago pende sem o caos
Quando nada funciona, ou ninguém se importa mais
Na escuridão que jaz num copo, repousa a paz e o proibido
Nós dois em nosso hábito convexo onde nada é permitido

Assim como o afago pende sem o caos
Quando nada funciona, ou ninguém se importa mais
Na escuridão que jaz num copo, repousa a paz e o proibido
Nós dois em nosso hábito convexo onde nada é permitido