Robocop
de Victor Xamã
Às vezes, assim, é
A tranquilidade encontrou com algo não muito tranquilo
A chama do caos, e não gera muita gente
De aonde eu vim assim, certeza
O caos abraça a tranquilidade, amor
Na cidade onde cresci
Isso te explica um pouco quem eu sou
Desenfreado e tranquilo
Às vezes sinto medo
Por ora, desconfio
Um sonho não é indestrutível
Teu coração, vaso florido
Perdão por todas noites que fui insensível
Perdão por todas vezes que eu só reclamo
Você viu meu lado mais sombrio, girl
Me abraçou bem forte e falou: Te amo
Contigo um dia vira um ano
Não qualquer ano, o ano mais incrível
Adoro o teu jeito tão irredutível
Inflamável, gosto imprevisível, chama
Ouh, vem, me chama
Nossa noite é quente como Atacama
Ouh, vem, me chama
Adoro quando adormece na minha cama
Perdoa o meu drama, a falta de grana
Vamos ver o Sol nascer de novo
Foda-se a fama, pressão e cobrança
Vem tirar o peso dos meus ombros
Perdoa o meu drama, a falta de grana
Vamos ver o Sol nascer de novo
Foda-se a fama, pressão e cobrança
Vem tirar o peso dos meus ombros
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