Chuva
de Tiago Mac
Belo altar
Mente melancólica
E eu altamente metafórico
Entre xícaras de café
E um jazzin de fundo
Me questionando
Pronde será que foi meu mundo?
Linda, me liga, melhor não
Difícil ver o tempo romper seus créditos
Sem nem sequer ter feito uma ligação
Bem que cê disse, nessas horas falo pouco
Ó que previsível, nessas horas cê fica louca
Novo nível, daqui a algumas horas tiraremos a roupa
De nossos egos, nossos medos, nossos traumas
Sei lá, fazer do sexo um assunto pra alma
Vem cá, qual foi da falha de comunicação?
Minha frieza, nossas incertezas ou só a interpretação?
Eu juro que me esforço, juro que me enforco
Pra que tudo isso vá além dos corpos
Forte tempestade
Chuva brava
Quando a gente só varre
Papai do céu vem e lava
Invadiu a minha base
Esvaziou minhas frases
Não treme
Coragem!
Morreu quem ficou no quase
Não vê que o que a gente tem feito
É muito mais que música
Um ato tem efeito
Abala as estruturas
Preciso aprender a compreender
Parar de questionar e ser
Vai se subestimar pra que?
Agarra essa chance com fome
Como se fosse a única
Caiu, tem revanche, lute como se fosse a última
E aviso aos navegantes
Inclusive, aos retirantes
O mar não tem cabelo
E afoga os ignorantes
Melhora o semblante
Interprete como quiser
Mais um ser errante, vai
O Homem de pouca fé
No fim são só lágrimas tatuadas
E cabe a nós observar
O que parecer ser não é
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