Visita Inesperada
de Teresinha Landeiro
Se é o medo, deixa que seja
Abre-lhe a porta, a tua
Mostra-lhe sempre o caminho
Não deixes o medo na rua
Não deixes o medo sozinho
Mostra-lhe sempre o caminho
Se é o medo, deixa que seja
Mesmo que os teus pés se neguem
Guia-o com toda a firmeza
Sentem-se os dois e sosseguem
Ouçam o som da tristeza
Guia-o com toda a firmeza
Se é o medo, deixa que seja
Mesmo que tremam os lábios
Conversem sobre a saudade
E como fazem os sábios
Diz-lhe sempre a verdade
Conversem sobre a saudade
Se é o medo deixa que seja
Decora-lhe a cara e o jeito
Do que é feito pouco importa
Ao medo que trazes no peito
Tu nunca lhe feches a porta
Do que é feito pouco importa
Tu nunca lhe feches a porta
Do que é feito pouco importa
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