Adocica
de Teixeirinha
Minha vida é um baralho
Que o destino embaralhou
Na mesa do sofrimento
Veio a saudade e alçou
A tristeza deus as cartas
A sorte de mão jogou
Faltou um ás no meu jogo
E a mágoa me derrotou
Me deram carta de novo
O sofrimento chulhou
A carta dois foi dois anos
Que uma mulher me enganou
A carta três foi três lágrimas
Que dos meus olhos rolou
A carta quatro não veio
Meu pife outra vez furou
Outra vez foi embaralhado
A carta cinco sumiu
Seis e sete somam treze meses
Que com outro ela noivou
A carta oito fez par
Com a nove a sorte pifou
A dor bateu a parada
Minha esperança acabou
Joguei a última volta
A carta dez me avisou
Que a mulher que eu amo
Há quatro dias casou
A dama meu grande amor
O valete me levou
Eu sou o rei do baralho
Que sem coroa ficou
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