Marionette (Puppet on a string)
de Simone de Oliveira
Palavras que não dizem nada
Não transmitem nada
São palavras frias
Em mãos que se estendem vazias
Sempre vazias, todos os dias
Palavras que trazem o vento
Fingem pensamento
Mas não trazem nada
Palavras dum amor ausente
Que mesmo presente continua ausente
Palavras que não dizem nada
Campos vazios, céus errantes
Quando elas vêm e me prendem
Soam distantes, sempre distantes
Murmúrios como de gaivota
Que voam à solta em espaço esquecido
Murmúrio do tempo perdido
Sempre esquecido, sempre perdido
Respirar que me traz o nada
Nesta madrugada
Dum amor fechado
Respirar que me sabe ao nada
No mar parado, no mar parado
Amor tu que morreste um dia
Em tempo de sangue
Corpo em minha vida
Amor só tiveste palavras
Fico esquecida dentro da vida
Palavras que não dizem nada
Campos vazios, céus errantes
Quando elas vêm e me prendem
Soam distantes, sempre distantes
Murmúrios como de gaivota
Que voam à solta em espaço esquecido
Murmúrio do tempo perdido
Tempo esquecido, sempre perdido
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