Rigoletto, Act III: La donna è mobile
de Pietro Yon
Eu não sei por onde começar
Estou aqui perdido tentando me encontrar
Onde as trevas tomaram conta de tudo
Tudo que restou já não é mais o meu mundo
Todos que se foram e não vão mais voltar
Eu sou o último que restou nesse lugar
Onde Deus passou e buscou os inocentes
Eu sou um pecador, não sou como essa gente
Agora como o único que restou
Nesse mundo de terror, de horror, de pavor
O fogo queima minha pele no frio
Mesmo com o ar quente, eu sinto um calafrio
Pela caminhada tentando me encontrar
Estou tão sozinho, onde posso estar?
Eu só vejo sombras, eu só vejo vultos
Eu tento gritar e nem mesmo escuto
Às vezes eu acho que isso é um pesadelo
Tudo muito escuro e eu não enxergo direito
Lá longe, bem na frente, eu vejo uma luz
Isso é minha guia, isso me conduz
Corro pra luz como um louco sem razão
O coração pulsando como um trovão
Sinto que é agora, o fim ou a saída
A última esperança pra salvar minha vida
Mas quanto mais eu chego, mais ela se afasta
É como um fantasma, uma promessa falsa
Minhas pernas pesam, o chão começa a ruir
Sinto que o inferno começa a me engolir
A luz apaga, tudo vira escuridão
O fogo sobe e consome minha visão
Grito por Deus, mas ninguém me escuta
Só ouço demônios rindo da minha luta
Minhas lágrimas queimam no rosto ferido
O ar falta, o corpo cai sem sentido
A última imagem antes de eu tombar
O céu fechado e nada pra me salvar
Agora sou cinzas, perdido na agonia
Minha alma presa na eterna noite fria
Corro pra luz como um louco sem razão
O coração pulsando como um trovão
Sinto que é agora, o fim ou a saída
A última esperança pra salvar minha vida
Corro pra luz como um louco sem razão
O coração pulsando como um trovão
Sinto que é agora, o fim ou a saída
A última esperança pra salvar minha vida
Corro pra luz como um louco sem razão
O coração pulsando como um trovão
Sinto que é agora, o fim ou a saída
A última esperança pra salvar minha vida
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