Peleia
de Paulo Righi
Quando a guitarra murmura
E acorda minha emoção
Eu lhe empresto outro braço
Pra sentir seu coração
Na querência da guitarra
Onde envelheço e renasço
Eu planto notas de vida
Na terra fértil do abraço
A guitarra me acompanha
Com a manha do meu jeito
Chega sorrindo no braço
Depois chora no meu peito
A alma de guitarreiro
Celeiro de melodias
Guarda grãos de sentimentos
Pra germinar cantorias
Os limites da guitarra
Vão além do seu formato
Voam na ponta dos dedos
Segredos do artesanato
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