Tacacá
de Oswaldinho do Acordeon
Tudo em vorta é só beleza
Céu de abril e a mata em frô
Mas Assum Preto, cego dos olhos
Num vendo a luz, ai, chora de dor
Mas Assum Preto, cego dos olhos
Num vendo a luz, ai, chora de dor
Talvez pura ignorança
Ou maldade das pió
Furaro os olhos do Assum Preto
Pra ele assim, ai, cantá mió
Furaro os olhos do Assum Preto
Pra ele assim, ai, cantá mió
Assum Preto vive sorto
Mas num pode avuá
Viver a sina de uma gaiola
Se nem o céu, ai, pudesse oiá
Viver a sina de uma gaiola
Se nem o céu, ai, pudesse oiá
Assum Preto, o teu cantar
É tão triste quanto o meu
Também roubaram o meu amor, ai
Que era a luz, ai, dos olhos meus
Também roubaram, ai, o meu amor, ai
Que era a luz, ai, dos olhos meus
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