L'éternité
de Nicola Són
Tava lá parado
No meio do povo assim
Tão só e sossegado
No trânsito
O buzão lotado
E nem um pouco afim
De gravata, sapato
No trânsito
Carregando a fornada boiada humana
Desesperadamente de repente
Partiu
E flanou sobre o bairro alto
Dos arranha-céus, o zumbido do asfalto
Ruidoso, esconde a garoa
Um choro triste da sua garota
Vai, vai, vai descer, vai
Vai, vai, vai descer
Vai, vai, vai descer, vai
Vai descer na Consolação
Tava lá abalado
Numa rota sem fim
Meio desencontrado
No trânsito
Pense no seu lado
Não tão mal assim
Cada um com seu fardo
No trânsito
Mergulhou dentro da poesia
Sonhos e versos, onde ela estaria?
Numa esquina, no próximo ponto?
Deu o sinal, ele já está pronto
Vai, vai, vai descer, vai
Vai, vai, vai descer
Vai, vai, vai descer, vai
E desceu na Consolação
Na Consolação
Um pouco fora de si
Mas com muito chão
Sem trânsito
Pode esbarrar no não
Mas procura um sim
Quer uma paixão
Sem trânsito
As formigas trabalham, evitando o inverno
Mas esta é a estação Terminal
Partiu
Vai, vai, vai descer, vai
Vai, vai, vai descer
Vai, vai, vai descer, vai
Vai descer na Consolação
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