Monstrinhos
de Nenhum De Nós
Um dia se odiaram
Começaram uma guerra particular
Sem medidas, sem saber onde ia parar
Parar
Os dois se conheciam todas as fraquezas
Sabiam onde atingir com toda certeza
Certeza
Tudo começou sem motivaçoes aparentes
Agora eles estavam armados até os dentes
Um dia se odiaram
Um dia se odiaram
E até acharam divertido alimentar os monstrinhos
Diziam um ao outro coisas de doer
Palavras muito duras, difíceis de esquecer
De esquecer
Acabaram concordando que já não havia volta
Agora alguém teria que sair pela porta
Pela porta
Saiu de uma vez pra nunca mais voltar
Nem esperar que o tempo tivesse chance de curar
Feridas tão profundas que eles conseguiram abrir
Em um desejo tolo, louco, de se destruir
Mas um dia se odiaram
Um dia se odiaram
E até acharam divertido alimentar os monstrinhos
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