Forró de Primeira
de Mestre Ambrósio
O gavião
Acordou de manhã cedo
Quem rasteja o chão tem medo
de ver gavião voar
Sentindo o frio
Que o vento da manhã traz
Vira o pescoço pra trás
Solta um grito de assustar
Bebeu da água
Da corrente do baixio
Quantos peixes tem no rio
Nunca pensou perguntar
Mora na mata
Porém ninguém sabe onde
Que o gavião não se esconde
Tem jeito pra se encantar
Montou no vento
Pra ouvir o que o vento ensina
Toda ave de rapina
Entende o vento falar
Chegou voando
Desceu por cima da serra
A sua visão não erra
Não tem quem possa escapar
Pousou no pau
Por lá ficou de vigia
Recebendo a brisa fria
Esperando alguém passar
Estica a asa
Balança se espreguiçando
Fica tranqüilo esperando
O momento de atacar
De lá de cima
Tudo no mundo conhece
E até seu grito parece
Com o mergulho de caçar
Desceu ligeiro
Pegou bicho pela unha
Nunca sobrou testemunha
Que se possa confiar
Não tem vivente
Como o gavião do vale
Nem lei no mundo que cale
Sua voz de governar
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