Na Rua Do Silêncio - Fado Alexandrino
de Mariza
Na rua do silêncio
É tudo mais ausente
Até a voz, o luar
E até a vida é pranto
Não há juras de amor
Não há quem nos lamente
E o sol quando lá vai
É pra deitar quebranto
Não há juras de amor
Não há quem nos lamente
E o sol quando lá vai
É para deitar quebranto
Na rua do silêncio
O fado é mais sombrio
E as sombras de uma flor
Não cabem lá também
A rua tem um destino
E o seu destino frio
Não tem sentido algum
Não passa lá ninguém
A rua tem um destino
E o seu destino frio
Não tem sentido algum
Não passa lá ninguém
Na rua do silêncio
As portas tão fechadas
E até o sonho cai
Sem fé e sem ternura
Na rua do silêncio
Há lágrimas cansadas
Na rua do silêncio
É sempre noite escura
Na rua do silêncio
Há lágrimas cansadas
Na rua do silêncio
É sempre noite escura
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