Mayo
de María Salgado
Deixei por fazer, a cama a barba e nada
Só para entender, coisas que seguem outra direção
Pensei no tempo e voltei, vivi como era antes
Era tão fácil saber, de coisas que sempre tinham solução
Amizade eterna, que o tempo levou embora
Riquezas que um cheque não comprava não
A casa da esquina que ficou tão mais vazia
Na festa o vinho mantinha toda essa visão
Com muito prazer, me lembro bem os dias
Só pra satisfazer, a condição de uma idade de ilusão
De que toda a busca se traduz na utopia
E que quase sempre, o compasso muda a rota e a direção
Na periferia, escolhes aonde quer morar
E aqueles muros já não te detêm mais
Nos climas de inverno, o frio ficava fora
Teu sorriso não tem a mesma paz de um tempo atrás
Aprendemos a ver que tudo vai-se um dia
E a liberdade, quando conquistada já não nos pertence mais
E não se pode deter, a roda vem surgindo
É só não ter pressa e pegar uma carona devagar
Mas devemos fazer com que nada fique de fora
E de todo o tempo que se queira um pouco mais
E por bons momentos façamos toda a briga
Pra que a eternidade nos ocorra sempre mais
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