Allegory
de Marco Santos
Bacuri ligeiro, bem que vi perna no vento
No morro do juramento entre juras prometi
Você não vai cair, nem tão pouco irá se acovardar
Linha de frente na favela, correr, trocar
Meu filho vai ser bom capoeira, se tornar mestre quando crescer
Pra poder se livrar da madeira, do ferro e do fogo vai se proteger
De cordão de ouro, neto de Besouro, ascende Zumbi
Na vida e no jogo, lá em cima do morro não pode cair
Na roda a ginga, berimbau curimba
Sobreviver pra resistir
Bacuri guerreiro bem que eu ouvi o seu gritar
Bala de aço no peito é difícil segurar
Uma vida é pouco pra gente no morro se lamentar
Meia lua de compasso no céu há de brilhar
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