Zéca Chóninhas
de Marcello Caminha
Pelo silêncio que trago
Eu mostro mais minha cara
E então remoço a guitarra
Tocando canções antigas
Que eu trago, em mim, escondidas
Pras horas que mais preciso
Tem vezes que é só lembrança
Em outras que é solidão
Dependendo a precisão
Eu busco meus sonhos raros
Alguns vestindo olhos claros
Outros morenos de noite
Cada acorde mais sonoro
Que tange pela madeira
É minha alma musiqueira
Exposta a quem quer me ouvir
Pois só quem sabe sentir
Tem sua guitarra parceira
Os meus silêncios, eu trago
Escondidos entre os meus dedos
Para libertá-los, em segredo
Por estas cordas sonoras
Minhas parceiras das horas
Que eu tenho a alma nos dedos
Meus desafios são os mesmos
Dos que buscam o seu lugar
Dos que tentam transformar
Alguma dor em poesia
Pra parceirar melodia
Neste dom que Deus nos deu
Quem sabe a alma transite
Por onde meus dedos passem
Quem dera se eles achassem
Aquele acorde perfeito
Só pra mostrar, do meu jeito
Este silêncio que trago
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