Viento Flamenco
de Manuel Quiroga
O guri, de olhos risonhos,
E o mocito, ainda sem vícios,
Acalentam mil e um sonhos
Por inúmeros ofícios:
Sonho de ser domador -
Domar os donos da vida;
Sonho de ser semeador -
Semear as terras perdidas;
Ser ferreiro, ser doutor -
Pra dobrar o mal e o cobre;
Padeiro, minerador -
Pra dar pão e ouro ao pobre...
O homem feito vê, tristonho,
Que os sonhos não podem ser,
Mas que somente nos sonhos
Há razão pra se viver.
Sonho de ser professor;
Carpinteiro; advogado -
Dar a todos, com amor,
Saber, lar, jus respeitado;
Sonho até de ser palhaço -
Pra ver o mundo feliz;
Lenhador, machado de aço -
Cortar do mal a raiz.
O homem feito vê, tristonho,
Que os sonhos não podem ser,
Mas que somente nos sonhos
Há razão pra se viver.
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