Quarto de Ronda
de Mano Lima
Rondando tropas alheias
E cuidando como minha
Quebrava um mata olho
Inté que clareasse o dia
Cantava pra espantar o sono
E pra ver se tropa dormia
Trago tropa nas retina
Desses meus olhos cansado
Má lábia, que judiaria
Pela idade, fui pealado
Nos bretes da cidade
Hoje, vivo encurralado
Levanto, às vezes, sonhando
E grito: Forma, cavalo!
Me acordo e volto pra cama
De triste, fico acordado
Lembrando tropas de outrora
Marchando no meu passado
A morte me vai levar
Qualquer dia, eu não sei quando
Mas, se uma sombra enxergarem
No meu ranchito chegando
Será minha alma tropeira
Quartos de ronda cantando
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