Kreyla Zornick
de Luis Enrique Augusto
Viola que chora doído no peito magoado
Sofre também como eu, seu lamento é de dor
Viola, eu também já não canto como no passado
E o nosso céu estrelado já não tem esplendor
Viola que traz poesia no seu ponteado
Chora comigo baixinho sem entender
Por que que o luar já não é um luar prateado?
Por que que restou no mundo só eu e você?
Viola que em uma noite em serenata
Fez começar o romance que hoje me faz chorar
Sabendo assim como eu que ela não voltará
Lamentos e acordes se unem num só soluçar
Viola que traz poesia no seu ponteado
Chora comigo baixinho sem entender
Por que que o luar já não é um luar prateado?
Por que que restou no mundo só eu e você?
Viola que traz poesia no seu ponteado
Chora comigo baixinho sem entender
Por que que o luar já não é um luar prateado?
Por que que restou no mundo só eu e você?
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