Vathek – Variação IV
de Luis de Freitas Branco
A minha memória
Reprisa você, tal qual uma tela
Sou a chama da vela
Que quase se apaga com o sopro do ar
Se volto ao passado
E reviro os guardados, um tanto inseguro
Por saber de verdade
Que nesse presente você não está
Apago as luzes e deixo
A porta da frente, encostada
É que as vezes me perco no tempo Pensando que posso te esquecer
E cada manhã é um futuro incerto
Que não a traz de volta
A bater nesta porta
Que nunca fechou pra você
Vem
Nem que seja em sonho, vem
Eu te quero de qualquer jeito
Eu te quero como for
Pois, enquanto eu estiver sonhando
Estará comigo
Entre os sonhos, o sonho mais lindo
É viver esse amor
Vem
Nem que seja em sonho, vem
Eu te quero de qualquer jeito
Eu te quero como for
Pois, enquanto eu estiver sonhando
Estará comigo
Entre os sonhos, o sonho mais lindo
É viver esse amor
Apago as luzes e deixo
A porta da frente, encostada
É que as vezes me perco no tempo Pensando que posso te esquecer
E cada manhã é um futuro incerto
Que não a traz de volta
A bater nesta porta
Que nunca fechou pra você
Vem
Nem que seja em sonho, vem
Eu te quero de qualquer jeito
Eu te quero como for
Pois, enquanto eu estiver sonhando
Estará comigo
Entre os sonhos, o sonho mais lindo
É viver esse amor
Vem
Nem que seja em sonho, vem
Eu te quero de qualquer jeito
Eu te quero como for
Pois, enquanto eu estiver sonhando
Estará comigo
Entre os sonhos, o sonho mais lindo
É viver esse amor
Entre os sonhos, o sonho mais lindo
É viver esse amor
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