Rupestre
de Lénine Renaud
Olhe nos seus olhos e veja se está navegando
Em lágrimas salobras, solitárias, errantes
Seus desejos são mais belos, que antes
Seus sonhos se foram, para o distante
Você está em casa, como sempre
Espera que o mundo acabe, de repente
Se tranca então no cofre, da tua mente
Olhando para trás não ver, os degraus à tua frente
Você só faz poesias, sem poemas
Esquece o amanhã, na cama
Finge que vive e morre de saudades
Mostra que sorrir, sem falsidades
Todos os seus amigos, são imaginários
Alguns sempre sorrindo e outros otários
Todas as pessoas são diferentes
O mundo é todo teu, vá e o enfrente
E sempre me procura, pra se enxergar
Se enche de ternura, para chorar
E vai até à praia, pra não ver o mar
Que salta da tua pela, a clamar
É tudo tão igual, você não é normal?
Existem mais mistérios
Depende dos teus, critérios
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