Azken otsoa
de Karidadeko benta
Eu tenho culpa do acontecido em minha vida
Quando eu deixei a minha noiva na solidão
Ela sentida desiludiu o meu amor
Ao me deixar se ingressou na religião
Ela partiu e no convento se isolou
E todo dia pedia a Deus na oração
“Meu bom Jesus não faça ele sofrer
Suplico por caridade não deixe ele morrer
Quero ampará-lo algum dia
Se encontra-lo ou aparecer”
E a mulher que me iludiu me abandonou
E eu voltei de novo em busca do meu amor
E me cansei de procurar inutilmente
Diariamente aumentava o dissabor
Perdi a linha de um poeta decente
E me chamavam de boêmio trovador
Desiludido em me atirei na boemia
E a morena eu procurava esquecer
Dias e noites eu dormia pela rua
E sempre a Lua acompanhava o meu sofrer
Num hospital um certo dia eu acordei
Com meiga voz tão docilmente a me dizer
“Descanse meu grande amor
Nosso romance o destino reviveu
Eu sei, Deus ouviu a minha prece
E novamente o nosso amor nos devolveu”
Hoje o passado para mim parece um sonho
Porque o meu lar é um paraíso encantador
Sofri pagando aquela grande ingratidão
Que cometi a minha santa, meu amor
Ela sofreu e foi ser freira caridosa
Hoje é uma rosa lá no meu jardim em flor
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