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Carta Aberta - Ao Vivo Em Brasília

de Juliette
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Escrevi seu nome na areia
O sangue que corre em mim sai da tua veia
Veja só
Você é a única que não me dá valor
Então por que será que este valor é o que eu ainda quero ter
Tenho tudo nas mãos mas não tenho nada
Então melhor ter nada e lutar pelo que eu quiser

Ê, mas pera aê
Ouça o forró tocando e muita gente aê
Não é hora pra chorar
Porém não é pecado se eu falar de amor
Se eu canto sentimento seja ele qual for

Me leva onde eu quero ir
Se quiser também pode vir
Escuta o meu coração
Que bate no compasso da zabumba de paixão

Ê pra surdo ouvir
Pra cego ver
Que este xote faz milagre acontecer
Ê pra surdo ouvir
Pra cego ver
Que este xote faz milagre acontecer

Ê pra surdo ouvir
Pra cego ver
Que este xote faz milagre acontecer
Ê pra surdo ouvir
Pra cego ver
Que este xote faz milagre acontecer

Escrevi seu nome na areia
O sangue que corre em mim sai da tua veia
Veja só
Você é a única que não me dá valor
Então por que será que este valor é o que eu ainda quero ter
Tenho tudo nas mãos mas não tenho nada
Então melhor ter nada e lutar pelo que eu quiser

Ê, mas pera aê
Ouça o forró tocando e muita gente aê
Não é hora pra chorar
Porém não é pecado se eu falar de amor
Se eu canto sentimento seja ele qual for

Me leva onde eu quero ir
Se quiser também pode vir
Escuta o meu coração
Que bate no compasso da zabumba de paixão

Ê pra surdo ouvir
Pra cego ver
Que este xote faz milagre acontecer
Ê pra surdo ouvir
Pra cego ver
Que este xote faz milagre acontecer

Ê pra surdo ouvir
Pra cego ver
Que este xote faz milagre acontecer
Ê pra surdo ouvir
Pra cego ver
Que este xote faz milagre acontecer