Do Inverno à Primavera
de João Lucas Cirne
Quem ouviu o sopro vindo lá do sul viu-se enfeitiçado, se petrificou
Pedras do caminho, quem há de tirar? E se alguma pedra um dia respirou?
É feitiço índio, triste danação, falta liberdade, sobra solidão
Amor impossível, minuano só vento leva a vida nos deixando o pó
Vento nos liberta desta maldição, o amor pode ser tudo, mas jamais prisão
Não posso morrer pedra, vem me libertar
Vento meu coração não é o teu lugar, não posso morrer, pedra, vem me libertar
Índia vem me libertar
Se foi verdade ou sonho ninguém sabe
Se foi história ou lenda? A mim não cabe
Mas, certeza é que, se o minuano me soprar
De pedra, o meu coração jamais será
Se foi verdade ou sonho ninguém sabe
Se foi história ou lenda? A mim não cabe
Mas, certeza é que, se o minuano me soprar
De pedra, o meu coração jamais será jamais será jamais será
Jamais será
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