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La muette de Portici, S. 16: Du pauvre seul ami fidèle

de Jean-Jacques Rousseau
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Mais um dia perdido pelos meus espaços
A vida me tira e o que há de bom?
Os dias são tão longos
E eu não posso esperar

Quantas vezes cansado te pedi abrigo
Você é tudo o que sobrou de nós
As noites são tão longas
E eu não posso esperar

Às vezes penso que o que falta é compaixão
Eu não posso ser tão mal assim
Às vezes peço que algum Deus fale por mim
Eu sou a falta do que você deixou
Eu sou a falta do que você deixou