Campereada
de Jari Terres
Tenho um pala da mais fina trama
Ficou de herança dos meus ancestrais
Tenho arreios e aperos ponteados
De couros sovados que não se vê mais
São relíquias deste peão sem luxo
Talvez virem trastes quando eu me for
Mas pra mim que defendo na altura
A gaúcha cultura, é de enorme valor!
Nosso canto que brotou dos pastos
Na xucra linguagem do homem rural
Perpetuada nos botões da gaita
Em acordes de campo e voz de banhadal
São relíquias que, através do tempo
Não se modificam pela evolução
Tem raízes plantadas bem fundas
Em terras fecundas que não morrerão
Nossa gente demarcou fronteiras
Por onde passou, deixou rastros na história
O chão guarda, ungido de sangue
O passado e o presente vivos na memória
São relíquias que formaram um tempo
Mescla de ontem, hoje somos assim
Vivemos rodeados por almas antigas
De bento, 'artiga' e josé san martín
Quando olho da porta do rancho
E a vista se alarga, buscando infinito
Vejo a minha querência esverdeada
Pintada por Deus no entardecer bonito
São relíquias deste peão posteiro
Cenário abençoado aqui no parador
Apartado do resto do mundo
Encravado no fundo de um corredor
Más canciones de Jari Terres
-
Camino Del Arenal
Alma de Estância e Querência
-
CAMPO AFORA
MILONGAS DA FRONTEIRA
-
Coisas de Campo
Coisas de Campo
-
COMPONDO OS ARREIOS
35 MEGA SUCESSOS
-
EL RANCHO E LA CAMBICHA
35 MEGA SUCESSOS
-
Estampa Domingueira
Do Meu Agrado
-
Lado a Lado
Querência da Gauchada
-
Pra Quem Anda Bem Montado
Campereada
-
Relato de Quem Voltou
De Quem Anda por Aí: Grandes Vozes Interpretam Aléx Silveira
-
RESPEITO
Querência da Gauchada
-
Romance do Esquilador
O Melhor dos Festivais
-
Romance do Peão Posteiro
Do Meu Agrado
-
Sonhos e Mágoas
O Melhor dos Festivais
-
Tempo Novo
Minha Estirpe Crioula: 35 Anos de Música
-
TORDILHO VINAGRE
MILONGAS DA FRONTEIRA
-
Vaqueano
Originais Festivaleiras
-
Versos de Campo
De Rédeas na Mão