Blaise
de Gram
Sou quase nada, ou quase alguém
Até agora, quase fiz, quase existi
E todo dia lembra ontem
Me acho diferente, sempre igual
O meu espelho não me vê
Eu sou do tipo que reflete por ninguém
Está chovendo na platéia
E eu molhado de vaidade
Ah! Meus amores daqui de onde estou
Não posso ver se alguém me estende a mão
Ah! Minha fuga não tem como me esconder
Sempre ha um rosto atrás do espelho
To indo para trás
Quando é minha vez
Não me falam, não me ligam
Quando eu ficar bom daqui um mês, talvez uns dois
Demore, eu sei, mas não passa de um ano
Já percebi uma imagem, uma pista
Sou quase alguém
Oh meu espelho, espelho meu
Faça de mim uma verdade
Ah! Meus amores daqui de onde estou
Não posso ver se alguém me estende a mão
Ah! Minha fuga não tem como me esconder
Sempre ha um rosto atrás do vidr
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