Como Chuva em Agosto
de Gonçalo Salgueiro
Como chuva em agosto
Nunca nada é para sempre
Tudo muda tudo passa
Nunca nada é permanente
Como chuva em agosto
A vida nunca é igual
Tudo nela é passageiro
Nada é intemporal
Por isso te vou esquecer
Vou pensar em mim primeiro
Vou ser frio como o gelo
Como a chuva de janeiro
Como chuva em agosto
Não há dois dias iguais
Alguns marcam-nos o rosto
Outros são dias banais
Como chuva em agosto
Nada na vida é eterno
Por vezes vamos ao céu
Outras vezes ao inferno
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