Lettera da uno zio antipatico
de Giovanni Pacifico E La Badessa
Lá no alto da montanha
Numa casa bem estranha
Toda feita de sapé
Parei uma noite o cavalo
Pra mordi de dois estalos
Que ouvi lá dentro batê
Apeei com muito jeito
Ouvi um gemido perfeito
E uma voz cheia de dô
Vancê, tereza, descansa
Jurei de fazer vingança
Pra mordi de nosso amor
Pela réstia da janela
Por uma luzinha amarela
De um lampião apagando
Eu vi uma cabocla no chão
E o cabra tina na mão
Uma arma alumiando
Virei meu cavalo a galope
E risque de espora e chicote
Sangrei a anca do tar
Desci a montanha abaixo
Galopeando meu macho
O seu dotô fui chamar
Vortemo lá pra montanha
Naquela casinha estranha
Eu e mais seu dotô
Topemo um cabra assustado
Que chamando nóis prum lado
A sua história contou
Há tempos eu fiz um ranchinho
Pra minha cabocla morar
Pois era ali nosso ninho
Bem longe desse lugar
No alto lá da montanha
Perto da luz do luar
Vivi um ano feliz
Sem nunca isso esperar
E muito tempo passou
Pensando em ser tão feliz
Mas a tereza, dotô
Felicidade não quis
Os meus sonhos nesse olhar
Paguei caro meu amor
Pra mordi de outro caboclo
Meu rancho ela abandonou
Senti meu sangue ferver
Jurei a tereza matar
O meu alazão arriei
E ela fui procurar
Agora já me vinguei
É esse o fim de um amor
Essa cabocla eu matei
É a minha história dotô
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