Sociedade dos Poetas Mortos
de Funkero
O tempo é rei, e permanece inabalável
O que passou, ta vivo porque é intocável
Em meio a livros, discos, filmes e revistas Marvel
Na época que minha mente era mais instável
Deus abençoe a morte, essa noite eu morri
Só me restaram flashes, remendos do que vivi
Esse amor pelas palavras me condena
Mesmo que todo meu sangue escorra pela arena
Só que o tempo muitas vezes é um rei desleal
Vai na história que tu cria e muda todo o final
Entre as 4 estaçoes, entre chegada e partida
O beijo da morte que talvez seja o segredo dessa vida
Renasço na poesia em corpo e alma, inteiro
Através dela dou um beijo no rosto do ceifeiro
O mundo me fez assim, sou samurai ronin
Pelos destroços, meu único amigo é o meu fim, fim
Se a sociedade mata poeta, mudo minha reza, rumo a meta
Me viro pra meca, me inspiro nos profetas
Tenho discretas, missões secretas, visão de gavião
Sempre alerta, te dar-lhe um papo
Se tu quer, então vai lá, pode ir, levantar, sem cair
Sem tretar, e conseguir, prum lugar, ver sair
A lua refletir, vou partir, vim pra ilha que brilha que maravilha estar aqui
Pras meninas, coração, pros amigos gratidao, pros comedia nada não
Por meu mestre, que me rege, são meus santos, orixás, homônimos e demônios
Que me equilibram e me trazem proteção
Se chorei, se menti, me enganei, corrigi
No caminho imperfeito pra atingir a perfeição
Bolação tem de monte, partir, parte pro front
Horizonte da vitória nada na vida é em vão
Vai que vai, é a vida, quer história, decida
Se ajuda ou julga, estende o braço ou puxa a mao
Julgamento ou punição, o homem na decisão
Se precipita, irrita, quem enxerga com o coração
Papo reto de pureza, fé com fé, de irmão
Na pista chove oportunidade e vacilação
Indignação, tudo vem e vai, minha posição
É infantaria samurai
Amor eterno a minha coroa, gratidão a meu pai
Sei que minha passagem vai ser por pura diversão
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