Prólogo de Zaratustra
de Friedrich Nietzsche
Em teu universo partido
Amor e destruição me deixaram ferido
Abraços que cortam promessas no ar
Você escondia a lâmina atrás do teu olhar
Mas eu me perdia só pra te salvar
Você me puxava e me jogava no fundo
E no desespero carregava teu mundo
Promessas quebradas, voltas sem saída
Preso no teu jogo, perdi minha vida
Você me dizia, olha pra mim, eu insisto
Fica comigo, sem você eu não vivo
E eu vivia abismado, prisioneiro do perigo
Borderline, borderline
Entre o céu e o inferno
Borderline, borderline
O veneno eterno
Borderline, eu vivi sem razão
Preso no seu limite
Eu me vi sem chão
Borderline
Fui teu herói, hoje sou teu vilão
Eu fui remédio, hoje sou veneno na tua mão
E se te amar foi cruz, eu deixo esse altar
Eu prefiro ser livre a continuar a sangrar
Carreguei tua dor como se fosse minha
Mas o tempo passou e a verdade caminha
Partiu foi a escolha que me fez sentir
Que deixar você eu voltei a existir
Borderline
Entre o céu e o inferno
Borderline, borderline
O veneno eterno
Borderline
Eu vivi sem razão
Preso no seu limite
Eu me vi sem chão
Borderline
Hoje eu quebro as correntes, eu não volto atrás
Teu amor foi uma guerra, eu só queria a paz
Das cinzas renasço, não vou sucumbir
O fogo me guia, eu voltei a sorrir
Borderline, já não é a linha que me define
Borderline
Hoje sou livre, nada mais me reprime
Borderline
No fim da tempestade encontrei minha luz
E carregando a sua cruz
Hoje eu sei quem me conduz
Borderline
Borderline
Estou livre
Borderline
O caveira me guia
E hoje, hoje
Eu aceito o vilão
Que em mim nascia
Baby
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