Solveigs Sang
de Folk & Røvere
Você não percebeu
Mas tem uma arma na cabeça
Num jogo que você perde
Não importa o que aconteça
Uma bala enferrujada
Todo dia te transpassa
Não lhe tira a vida
Lança a alma em cova rasa
Nasceu, cresceu, viveu
Amou, ganhou, perdeu, morreu
Transitou a vida inteira
Desde o dia que nasceu
A escolha é a arma
A opção feita é a bala
A consequência é o que sobra
Depois que a voz se cala
Por que enterrou seus talentos?
Por que vendeu seu quinhão?
Quanto tempo faz que não ergue o olhar?
O rosto colado no chão
A escolha é um sussurro do vento
Mas é você quem diz sim ou não
Pelo leite derramado, por que lamentar?
Se foi você quem fez a opção
Livre arbítrio é um lençol curto
Costurado com escolha
Consequência molda tempo
Esfria, esquenta, chove, molha
A arma está apontada
E só você pode atirar
À queima roupa o tiro é certo
Mas você pode errar
Somos massa sem um molde
Pronta pra se encaixar
Mudando a vida inteira
Tentando se adaptar
Você luta para escolher
Qual o seu passo seguinte
Reza para não sofrer
Com a dor logo a diante
Por que enterrou seus talentos?
Por que vendeu seu quinhão?
Quanto tempo faz que não ergue o olhar?
O rosto colado no chão
A escolha é um sussurro do vento
Mas é você quem diz sim ou não
Pelo leite derramado, por que lamentar?
Se foi você quem fez a opção
Por que enterrou seus talentos?
Por que vendeu seu quinhão?
Quanto tempo faz que não ergue o olhar?
O rosto colado no chão
A escolha é um sussurro do vento
Mas é você quem diz sim ou não
Pelo leite derramado, por que lamentar?
Se foi você quem fez a opção
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