Crônicas de Navegações, Pt. III
de Eldhrimnir
Cansado de verdade dos males da cidade
E de toda essa rotina tão comum
Vontade de fugir que não me cabe
Para lugar nenhum
Então decidi, enfim reunir a melhor pior corja de bebuns
Para uma noite na floresta regada a cerveja, conhaque e rum
Ir sem ter hora para voltar
As mulheres a dançar
Não há álcool aqui que se acabe
Nunca sozinho, pois todo o caminho traz a mim
Vocês sabem!
Sua garrafa é minha, a minha é sua
Sem nem mesmo temer o amanhecer
Meu horn cheio reflete a Lua
Nós nascemos para beber
Cansado de verdade dos males da cidade
E de toda essa rotina tão comum
Vontade de fugir que não me cabe
Para lugar nenhum
Então decidi, enfim reunir a melhor pior corja de bebuns
Para uma noite na floresta regada a cerveja, conhaque e rum
Ir sem ter hora para voltar
As mulheres a dançar
Não há álcool aqui que se acabe
Nunca sozinho, pois todo o caminho traz a mim
Vocês sabem!
Sua garrafa é minha, a minha é sua
Sem nem mesmo temer o amanhecer
Meu horn cheio reflete a Lua
Nós nascemos, viveremos e até morreremos para beber
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