La Muerte De Martín
de El Prodigio
No ártico gelado, um pinguim pensador
Sonhava com café, mas sem ter um moedor
Vestiu seu smoking, foi pro polo buscar
Um sinal de wi-fi pra poder comprar
Mas a internet ruim, oh, que agonia
O pinguim só queria um café todo dia
Entre gelo e antenas, ele virou refém
Do sonho distante do grão que não vem
Na loja virtual, achou o pacote ideal
Um café colombiano, aroma sem igual
Mas na hora do clique, a tragédia chegou
A conexão caiu, e o frio o abraçou
Mas a internet ruim, oh, que agonia
O pinguim só queria um café todo dia
Entre gelo e antenas, ele virou refém
Do sonho distante do grão que não vem
Um urso polar passou e riu sem parar
Amigo, no gelo, é chá que dá pra tomar
Mas o pinguim insistente, um idealista fiel
Disse: Sem café, não se chega ao céu!
Mas a internet ruim, oh, que agonia
O pinguim só queria um café todo dia
Entre gelo e antenas, ele virou refém
Do sonho distante do grão que não vem
E lá ficou o pinguim, firme a sonhar
Com um expresso quente pra o frio espantar
Moral da história, preste atenção: Antes do café, cheque a conexão!
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