Vaggvisa

de Daniel Ögren

Quando os pés fraquejam, os joelhos tremem e vacila o caminhar
Vejo uma pedra, um porto seguro, n'Ele eu posso me apoiar
Quando os sentimentos são tão obscuros que não posso decifrar
Vejo um coração com um amor tão firme, e n'Ele eu posso confiar

Se uma tempestade vier destruir o castelo de areia que eu sou
Tu és a rocha dentro de mim
Se a fúria do vento me despedaçar em vestígios de cinzas e dor
Tu és a rocha dentro de mim
E eu vou seguir
Uea, uea, uea

Quando os pés fraquejam, os joelhos tremem e vacila o caminhar
Vejo uma pedra, um porto seguro, n'Ele eu posso me apoiar
Quando os sentimentos são tão obscuros que eu não posso decifrar
Vejo um coração com um amor tão firme, e n'Ele eu posso confiar

É imutável e não muda de lugar
Contrariando a lógica, nos escolheu para morar
Tu, castelo forte, e eu a me desmoronar

Mas não veio para deixar tudo como está
Veio para me moldar
Mas não veio para deixar tudo como está
Veio pra me salvar
Ê, iê
Uea, uea, uei, pra me salvar

Se uma tempestade vier destruir o castelo de areia que eu sou
Tu és a rocha dentro de mim, uô, uô
Se a fúria do vento me despedaçar em vestígios de cinzas e dor
Tu és a rocha dentro de mim
E eu vou seguir

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