Stabat Mater: XII. Inflammatus
de Clémence de Grandval
Apenas um ser em meio a multidão
Somente uma história a se contar
Irrelevante a agonia em meio ao fogo
Sorrisos plásticos
Lenha a se queimar
Pra que ter olhos
Para fingir não ver?
Pra que ter coração
Se você se nega a sentir?
(Sentir...)
É fácil cuspir pro alto sem pensar
Olhar nos olhos e sorrir
Descubra você mesmo o seu valor
As minhas pernas você não pode mais usar
Sim, agora estamos sozinhos
E eu com os meus sonhos e verdades
São as suas atitudes que revelam a falsidade
Pra que ter olhos
Para fingir não ver?
Pra que ter coração?
Simples questões que você nunca terá respostas
Se por um caminho de espinhos você não passar
Veja as marcas em meu rosto
Feridas que nunca irão fechar
Pra que ter olhos
Para fingir não ver?
Pra que ter coração
Se você se nega a sentir?
É fácil cuspir pro alto sem pensar
Olhar nos olhos e sorrir
Descubra você mesmo o seu valor
As minhas pernas você não pode mais usar
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