Paradise
de César Oliveira
Refugo potros e pátrias
Que não cabe meus arreios
Reculutando as lembranças
Que os tempos tão pastoreio
Sacando bois de segredos
Das grotas dos meus anseios
Pelegos de nuvens brancas
No recal do sentimentos
Rendilhas fazem meus rumos
Com duas tiras de ventos
Levando almas parceiras
Enrodilhada nos tentos
Volto pra um tempo que é meu
Quando a razão se desata
Pra poesia dos campos
Rancherio tronar de patas
Pra quem ouve com a alma
Relinchos são serenatas
Radiculares sentidos
Que vem de gênios ressequidos
Nesta magia da raça
E andar calçado em estribo
Não sei se razão ou sonho
Podem explicar os motivos
E talvez nem sejam o sonho
Sejam vivências distantes
Reencarnadas mais gaúchas
Pra reviver cada instante
O ancestral sou eu mesmo
Que renasci como antes
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