Esculturas e Vultos II
de Cello Dante
Dentro do portão as horas passam como sempre
E lá dentro fica a se encolher como num ventre
Sempre a esperar que lhe deem a mão
Sempre a se esconder de um mundo que não
É do jeito que ele quer
Já largou seu sonho pendurado na parede
Fica a remoer sempre distante do presente
Longe a esperar uma salvação
Desde que não seja vinda de suas próprias mãos
Porque não crê em si
Más canciones de Cello Dante
-
O Instante I
A Sombra e a Flor
-
O Grito
A Sombra e a Flor
-
Espaço Mágico
A Sombra e a Flor
-
A Sombra e a Flor
A Sombra e a Flor
-
Dança nas Esferas
A Sombra e a Flor
-
A Sombra de um Homem
A Sombra e a Flor