Tramas da Cidade
de Cátia de França
Passarinho atrepado nas cajazeiras
Cantavam pra ela lindas sinfonias
E ela não queria, não chegava e não mudava
Sorrindo se escondia, cantava
Cantava também
Cantava também
Chovendo canivete, fazendo temporal
O nosso amor, eu sei
É um eterno carnaval
A conta évinte dias
Pra se amar e se tocar
Demora vem o enjôo
Ave danada em pleno vôo
Assovia na cumieira
O vento da separação
Amor bom é nosso
Que sabe aceitar
A hora da apartação
Estrada que se cala
Moça, passarinho
Segue seu rumo
Que sigo meu caminho
Gente como nós
Não tem nada a temer
Se a vida é isso mesmo
A gente tem é que viver
A vida é quem ensina
E me fez tomar sentido
O sabiá na moda
Escurecer seu corgeio
A brisa reservada
De baixo dessas asas
A emoção preservada calada
Debaixo de meu seio
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