Negritude
de Cátia de França
Ah, ah, ah
Ah, ah, ah
Ah, ah, ah
Ah, ah, ah
Já reparou que de sim se faz a sua lavoura?
E que de não ninguém vive, força devastadora
Já reparou que de sim se faz a sua lavoura?
E que de não ninguém vive, força devastadora
Mas se escolher e contar, é
Botando olhar na verdura
Não vá se acabrunhar
Com um nãozinho de secura
Que não também é resposta
E não quem prefira dar
Sim é da ordem da fatura
Se infartar não faltará ah, ah
Ah, ah, ah
Ah, ah, ah
Ah, ah, ah
Ah, ah, ah
Seu nome é irrelevante
Bastante é a ironia
Cortar a torta disse é que é lugar
Quem anda na corda bamba todo dia
Repito que só falei pra quem saiba mensurar
Como toca a banda
Como chia a bomba do lado de cá ah, ah
Ah, ah, ah
Ah, ah, ah
Ah, ah, ah
Ah, ah, ah
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