IV Acto
de Camané
Partiste, é-me indiferente
Nem me lembro quando foi
És passado sem presente
Saudade que se não sente
E ferida que já não dói
És passado sem presente
E ferida que já não dói
Não há luz no teu andar
Nem cortinas nas vidraças
Só há silêncio e luar
Um cão vadio a passar
Na rua onde já não passas
Só há silêncio e luar
Na rua onde já não passas
Como outra coisa qualquer
No vazio do abandono
O que ficou por dizer
Ajuda-me a adormecer
Nas minhas noites sem sono
O que ficou por dizer
Nas minhas noites sem sono
Largaste ao sabor do vento
O que guardavas na mão
Palavras e pensamento
Pedras soltas ao relento
Espalhadas pelo chão
Palavras e pensamento
Espalhados pelo chão
Deixaste por despedida
A tua porta fechada
E agora, na minha vida
És uma taça partida
És só ausência e mais nada
E agora, na minha vida
És só ausência e mais nada
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