Ao correr da pena
de Camané
Não fôra tanta porta que se fecha
De cada vez que te abro o coração
Não fôra tu só teres razões de queixa
E eu ter de te dar sempre razão
Não fôra este silêncio como fardo
Que pesa sobre nós a toda a hora
E tu não entenderes que quando tardo
É só p'ra não te ouvir mandares-me embora
Não fôra tu dizeres que não partiste
Apenas porque tens pena de mim
E eu acreditar, ao ver-te triste
Que mesmo sendo pena, é mesmo assim
Não fôra tanta coisa que não presta
Pesar demais no livro da nemória
E ao correr da pena que nos resta
Escreviamos de novo a nossa história
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