Ele Não e a Vossa Mas e o Papa
de Bezerra Da Silva
Aí, malandragem
Ele não é lá do Vaticano, por isso entrou pelo cano
Levou um tremendo sacode
Ficou só o toco, malandragem
Ele não é a Vossa Santidade
Mas é o Papa, papa defunto
Quando corre a notícia
Que o Zé Maria pingou na favela
E o malandro chega junto (e ele não é)
Ele não é a Vossa Santidade
Mas é o Papa, papa defunto
Quando corre a notícia
Que o Zé Maria pingou na favela
E o malandro chega junto
Chega de mansinho, azarando
Cercando, querendo saber
Onde o bicho pegou pra chegar, iaiá
Como se não estivesse inteirado
Muito interessado, pra resolver o assunto
Podes crer que ali adiante
Estirado no chão tem um presunto
Podes crer que ali adiante
Estirado no chão tem um presunto
Procurou a família pra fazer o enterro do pobre coitado
Abraçou a viúva, chorou um bocado
Cinquenta por cento foi pra mão
Ao cair a sua agenda eu confesso que bolei
Tinha foto, nome e endereço
De quem dançaria no próximo mês
(Foi feio sim)
Foi feio sururu, foi feio
No interior da favela
O bambu quebrou no meio (diz aí que foi feio)
Foi feio sururu, foi feio
No interior da favela
O bambu quebrou no meio (certo!)
O sujeito safado da comunidade
Tomou um cacete de barra de ferro
E alavanca de trem
Nessa ele não se deu bem (e, ele não é)
Ele não é a Vossa Santidade
Mas é o Papa, papa defunto
Quando corre a notícia
Que o Zé Maria pingou na favela
E o malandro chega junto
Chega de mansinho, azarando
Cercando, querendo saber
Onde o bicho pegou pra pegar, iaiá
Como se não estivesse inteirado
Muito interessado, pra resolver o assunto
Podes crer que ali adiante
Estirado no chão tem um presunto
Podes crer que ali adiante
Estirado no chão tem um presunto (certo!)
Procurou a família pra fazer o enterro do pobre coitado
Abraçou a viúva, chorou um bocado
Cinquenta por cento foi pra mão
Ao cair a sua agenda eu confesso que bolei
Tinha foto, nome e endereço
De quem dançaria no próximo mês
(Foi feio sim)
Foi feio sururu, foi feio
No interior da favela
O bambu quebrou no meio
Foi feio sururu, foi feio (aí, malandragem)
No interior da favela
O bambu quebrou no meio
(Aí, malandro, ímã vira bicho)
(Aí, o malandro pensou que ia se dar bem)
(Levou um tremendo sacode, compadre)
(Aí, malandragem, aí quebraram até o chifre dele)
Foi feio sururu, foi feio
No interior da favela
O bambu quebrou no meio
Foi feio sururu, foi feio
No interior da favela
O bambu quebrou no meio
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