Le dormeur du val
de Arthur Rimbaud
Outro dia reencontrei os meninos do Cidade Negra
que outros tempos se chamava Lumiar
E o tempo que era tempo deixou de ser tempo e estava ali,
diante dos meus vitoriosos amigos
Eles rasgaram continentes para afugentar de nossas almas o sono milenar
E o tempo que era tempo deixou de ser tempo e estava ali,
diante dos meus vitoriosos amigos
Áfricas, Brasílis,
nem Preto, nem Branco: Mamelucos-Nova Deli-Pernambuco-Paraíba...
( E o Grande Leão ginga plantando árvores no lugar dos edifícios )
Da Gama cadê Bernardo?
Bernardo!
Bernardo cadê Da Gama, Reggae-NEC, Mauro Neme, Bino e Lasão?
(E Humberto Assunção?)
Reggae-NEC, Mauro Neme, Bino e Lasão?
(E John Dragon?)
Reggae-NEC, Mauro Neme, Bino e Lasão?
( E Jair Soares?)
Reggae-NEC, Mauro Neme, Bino e Lasão?
( E Rás Bernardo?)
(E quem precisa de maus governos, se somos presidentes do universo inteiro?)
Cidade Negra branca vermelha de sangue
Nossa música segue a chama interior, aconteça o acontecer,
jamáis abandonaremos esse caminho
Contemplo a Lei do Homens fincado na Lei das Leis
Venha música, somos seus discípulos!
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