Wèp
de António Zambujo
Oh que saudade do luar da minha terra
Lá na serra branquejando, folhas seca pelo chão
Este luar cá da cidade é tão escuro,
Não tem aquela saudade do luar do meu sertão
E a lua nasce por detrás da verde mata,
Mais parece um sol de prata prateando a solidão
E a gente pega na viola que ponteia
A canção e a lua cheia no bater do coração
Não há, ó gente, oh não
Luar como este do sertão
Não há, ó gente, oh não
Luar como este do sertão
Coisa mais bela neste mundo não existe
Do que ouvir um galo triste, no sertão se faz luar
Parece até que a arma da lua é que descanta,
Escondida na garganta desse galo a soluçar
Não há, ó gente, oh não
Luar como este do sertão
Não há, ó gente, oh não
Luar como este do sertão
Não há, ó gente, oh não
Luar como este do sertão
Não há, ó gente, oh não
Luar como este do sertão
Ai quem me dera que eu morresse lá na serra
Abraçado à minha terra e dormindo de uma vez
Ser enterrado numa cova pequenina
Onde a tarde a sururina chora a sua viuvez.
Não há, ó gente, oh não
Luar como este do sertão
Não há, ó gente, oh não
Luar como este do sertão.
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