Bosco
de Antonio Spaziani
Ontem nós estávamos perante a multidão
E gritava enfurecido, crucificam já
Pilatos indeciso lavando suas mãos
Destinava Jesus Cristo a tomar o meu lugar
Por uma indesejada estrada
Ao lado de Jerusalém
Foi um homem cambaleante
Rumo ao gôgata subindo
Tão ferido maltratado
Esquecido e abandonado
Pelo peso de uma dura cruz
Ele vai prosseguindo
Ah! Meus pecados todos
Foram postos sobre ela
E aquela cruz sobre os ombros
Que tomaram o meu lugar
Eu era um condenado
Iam-me crucificar
Aquele homem que estava ali ao lado de Jesus
Sou Barrabás, era eu quem devia morrer
Este homem não fez nada
Não devia estar ali
E aquela cruz pertenceria a mim
Meus pecados todos
Foram postos sobre ela
E aquela cruz sobre os ombros
Que tomaram meu lugar
Eu era um condenado
Iam-me crucificar
Aquele homem que estava ali ao lado de Jesus
Sou Barrabás, era eu quem devia morrer
Este homem não fez nada
Não devia estar ali
E aquela cruz pertenceria a mim
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