Última Esperança
de André Prando
Se você me encontra às cinco da tarde
E não me acha com cara de bandido
Ou cê tá cego, ou cê tá doido, ou cê tá morto
Ou eu não sou bandido não, eu não sou bandido não
Você que está em casa
Um conselho vou dar
Abra a janela, arrebente o portão
Pois num dado momento
Sem ninguém esperar (ah ah ah)
O fogo pode pegar (yeah)
E nem bombeiro pode apagar (é é)
E é proibido fumar (ô ô)
Ou cê tá cego, ou cê tá doido, ou cê tá morto
Ou eu não sou cachorro não, eu não sou cachorro não
Você que está em casa
Um conselho vou dar
Abra a janela, arrebente o portão
Pois num dado momento
Sem ninguém esperar (ah ah ah)
O fogo pode pegar (yeah)
E nem bombeiro pode apagar (é é)
E é proibido fumar (ô ô)
Ou cê tá cego, ou cê tá doido, ou cê tá morto
Ou eu não sou não, Ou eu não sou não,
Ou eu não sou não “eu não sou cachorro não!”
Se você me encontra às cinco da tarde olhando pro céu na Avenida São João
Não fique esperando que eu esteja te esperando ou que eu esteja esperando ver um disco voador
Tô só torcendo pras pessoas que se atiram lá de cima
Do edifício em chamas
Na última esperança, última esperança
Última esperança de voar
Na última esperança, última esperança, última esperança
Na esperança de voar
Sérgio Sampaio pensa que pode de tudo
Se corre pouco sabe que fica pra trás
Se sabe muito sabe que corre perigo
Pois o bandido mascarado só procura
Quem sabe de mais
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