Tom Estranho
de Ana Heloysa
Acordei, começou
Manhã nova despontou
Outro passo, poucos dei
Numa prece eu Te perguntei
Se há canção que não conheças? (não, não)
Se há canção que Te esqueças? (não há, não, não há, não)
Mesmo assim eu peço: me deixa fazer uma pra Você?
Como num esconde-esconde, deixa eu encontrar teus sons
Mostra minhas dissonâncias, me afina em diapasão
E que não saia de mim nenhum tom estranho a ti
E que não saia de mim nenhum tom estranho a ti
Como corda de viola não se aperta, não se folga
Tanto que perde o soar, tanto que perde o soar
É nessa justa medida que sai melodia divina
Mas que eu só custo a achar
Custo a achar
Se há canção que não conheças? (não, não)
Se há canção que te esqueças? (não há, não, não há, não)
E se um dia ocorrer do meu ego malsoar
Sem demora, venha me lembrar a razão do meu cantar
Sem demora, venha me lembrar a razão desse cantar
E que não saia de mim nenhum tom estranho a ti
E que não saia de mim nenhum tom estranho a ti
Como corda de viola não se aperta, não se folga
Tanto que perde o soar
É nessa justa medida que sai melodia divina
Mas que eu só custo a achar
Mas que eu só custo a achar
Mas vou encontrar
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