Muro vazio
de Aldina Duarte
A folhagem rente ao muro
No silêncio quase escuro
Cresceu pouco e devagar
Dia a a dia fui esperando
Sem saber bem até quando
Pelas flores que quis plantar
Mesmo em frente à tua casa
Esse muro quase branco
De verde o queria cobrir
As flores vieram depois
Discretas, para nós dois
Só para te ver a sorrir
Sem as flores te vi partir
Nesse instante quis fugir
Para além do muro vazio
Hoje o verde acorda os dias
Adormece as noites frias
Mas as flores, ninguém as viu
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