Rastros na Areia
de Agepê
Ô vira a moenda
Olelê camará
Ô vira a moenda
Olelê camará
Deixa o melaço escorrer
Deixa o bagaço melar
A nobreza da fazenda
Sabe as voltas que ela dá
Quem não tem punho de renda
Não precisa engravatar
Quem não tem punho de renda
Não precisa engravatar
Ô vira a moenda
Olelê camará
Ô vira a moenda
Olelê camará
Moendeiro, moendeiro
Planta cana na fazenda
E a garganta da moenda
Aprendeu a minha dor
Quanto mais canta
Mais espreme, mais devora
A moenda geme e chora
Imitando o teu amor
(Ô vira a moenda)
Ô vira a moenda
Olelê camará
Ô vira a moenda
Olelê camará
Oh moendeira
Minha doce namorada
Logo mais caiu na estrada
Vou me embora por aí
Há quem me queira
Você diga no tom seco
Que eu sumi
Quebrei no beco
Fui morrer, fugi daqui
(Ô vira a moenda)
Ô vira a moenda
Olelê camará
Ô vira a moenda
Olelê camará
Deixa o melaço escorrer
Deixa o bagaço melar
A nobreza da fazenda
Sabe as voltas que ela dá
Quem não tem punho de renda
Não precisa engravatar
Quem não tem punho de renda
Não precisa engravatar
Ô vira a moenda
Olelê camará
Ô vira a moenda
Olelê camará
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